Ela é mãe de três filhos, tem 27 anos e mora em Bridlington, Inglaterra. Fez o implante e foi aproveitar suas férias. Seria a primeira vez na vida que ela usaria biquíni. Mas o sonho acabou antes mesmo de começar:
— Meu "corpo de praia" literalmente explodiu. Com todo aquele caso da PIP [próteses francesas que deram problemas], fiz questão de me certificar de que estava colocando próteses seguras.
Agora o corpo dela também pode rejeitar novas próteses, segundo os médicos. E ela pode ficar com a pele, flácida, sobrando.
— Agora eu estou vivendo um pesadelo. Para aquelas que querem fazer plástica só para ter seios maiores, eu diria para que pensem seriamente sobre os riscos. Eu estou devastada.
Segundo o tabloide inglês The Sun, depois de conseguir ver os implantes dentro dela, ela levou 310 pontos na cirurgia.
— Em vez de usar o biquíni que eu sonhava, eu vou ter que cobrir as centenas de pontos e usar peças esportiva em baixo da roupa.
Associação quer acordo com Anvisa sobre próteses
ResponderExcluirMulheres que possuem silicone da PIP propõem que governo forneça novos implantes para evitar ação judicial
Ao menos 250 mulheres que possuem silicone da marca francesa PIP querem propor um acordo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para evitar entrar com uma ação judicial em decorrência dos problemas com as próteses - feitas com silicone industrial, não homologado nem aprovado para uso médico.
A associação é representada pela advogada Samara Testoni Destro. Para tentar o acordo com a Anvisa, Samara explica que são consideradas oficialmente cadastradas as mulheres que enviaram nome completo, endereço, telefone, número de lote da prótese, data da cirurgia e nome do médico. A associação também está em contato com um escritório de advocacia francês - caso alguma das mulheres queira entrar com ação contra a vigilância sanitária francesa. As interessadas podem escrever para samara@macohin.com
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Ao menos 250 mulheres que possuem silicone da marca francesa PIP querem propor um acordo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para evitar entrar com uma ação judicial em decorrência dos problemas com as próteses - feitas com silicone industrial, não homologado nem aprovado para uso médico.
A associação é representada pela advogada Samara Testoni Destro. Para tentar o acordo com a Anvisa, Samara explica que são consideradas oficialmente cadastradas as mulheres que enviaram nome completo, endereço, telefone, número de lote da prótese, data da cirurgia e nome do médico. A associação também está em contato com um escritório de advocacia francês - caso alguma das mulheres queira entrar com ação contra a vigilância sanitária francesa. As interessadas podem escrever para atendimento@macohin.com